Selo Indicação

Enquanto pontos-chave do processo seguem sem resposta, ALBG intensifica cobranças para proteger o crédito dos associados

Nova decisão judicial confirma: a ALBG está em todas as frentes que protegem o seu crédito

No dia 17 de agosto de 2026, a 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais proferiu uma extensa decisão que organiza e resolve diversas pendências do processo da Fazendas Reunidas Boi Gordo. Ao analisar esse documento, um dado chama atenção: a ALBG está presente, de forma ativa, em praticamente todos os temas centrais em discussão — do acordo com o Grupo Golin ao rateio de valores não levantados, passando pela defesa dos honorários dos credores que ela representa.

Depois de mais de 20 anos acompanhando este processo dia após dia, é exatamente esse tipo de atuação constante — peticionando, questionando, cobrando prazos — que já garantiu a mais de 6 mil credores o recebimento de mais de R$ 90 milhões. Veja, tema por tema, o que a Justiça decidiu e qual foi o papel da Associação em cada um deles.

1. Aditivo ao acordo com o Grupo Golin — ALBG mantém pressão por garantias mais fortes

A ALBG foi a única a se opor formalmente à realização de nova reunião entre sindicatura, Grupo Golin e Ministério Público, insistindo que o aditivo apresentado não trazia multa de 20%, juros moratórios nem vencimento antecipado — proteções que o próprio MP havia recomendado diante do histórico de atrasos do grupo devedor.

  • A reunião ocorreu mesmo assim, e o MP entendeu que uma cláusula do acordo original (que permite retomar a cobrança integral da dívida em caso de descumprimento) já seria suficiente.
  • A Justiça abriu novo prazo de 15 dias para que a ALBG e os demais credores se manifestem especificamente sobre o aditivo, antes de qualquer homologação definitiva.

Por que isso importa: enquanto a proteção não estiver expressa em contrato, ela depende de interpretação. A ALBG seguirá insistindo que cláusulas claras protegem melhor o credor do que promessas verbais em reunião — e usará esse novo prazo para reforçar essa posição perante o Juízo.

2. Honorários contratuais dos advogados dos associados — avanço concreto obtido pela ALBG

Este é um dos pontos mais importantes da decisão para quem é representado pela Associação. A ALBG demonstrou à Justiça que a exigência de procuração atualizada para o levantamento do crédito do associado é uma coisa — e o direito autônomo do advogado aos honorários contratuais é outra, completamente distinta, prevista em lei (art. 22, §4º da Lei 8.906/94).

  • A Justiça acolheu essa distinção e determinou que o Síndico se manifeste, em 15 dias, sobre a possibilidade de os patronos da ALBG receberem seus honorários mesmo quando a procuração do associado ainda não puder ser atualizada.

Por que isso importa: essa é uma vitória processual relevante conquistada pela argumentação técnica da ALBG — ela abre caminho para que o trabalho dos advogados que atuaram nas habilitações e impugnações ao longo de décadas seja remunerado, sem que isso dependa da regularização de cada procuração individualmente.

3. Rateio suplementar de valores não levantados — ALBG cobra agilidade

A ALBG reiterou seu pedido para que os credores habilitados que ainda não retiraram seus valores sejam intimados formalmente, com prazo de 60 dias, para que esses recursos sejam redistribuídos aos demais credores caso permaneçam inertes.

  • A decisão reconheceu, na prática, que vários credores individuais relataram não ter recebido pagamentos, mesmo com lotes posteriores ao seu já quitados — situação que reforça exatamente o que a ALBG vem apontando.
  • O Síndico foi determinado a esclarecer, caso a caso, a situação de cada cadastro pendente.

Por que isso importa: cada valor não reclamado que permanece parado é dinheiro que poderia estar sendo redistribuído a quem já está em dia com seu cadastro. A pressão da ALBG por esse rateio suplementar beneficia diretamente os credores regulares.

4. Validade das procurações — ALBG mantém a defesa da representação dos associados

A ALBG reafirmou perante o Juízo a validade e irrevogabilidade das procurações outorgadas por milhares de credores que representa, defendendo a regularidade de todas as habilitações e impugnações já apresentadas com base nesses mandatos.

  • Nesta decisão específica, a Justiça manteve o entendimento já fixado em 2019 (confirmado pelo Tribunal de Justiça) sobre a necessidade de atualização das procurações.
  • A ALBG continua acompanhando esse tema de perto, já que ele afeta diretamente milhares de associados.

O compromisso da ALBG continua o mesmo

Depois de mais de duas décadas de acompanhamento diário deste processo, a ALBG reforça: a demora deste processo nunca se confundiu com inércia da nossa parte. Em cada uma das frentes tratadas nesta decisão — o acordo com o Grupo Golin, os honorários dos associados, o rateio suplementar e a fiscalização da atuação judicial — a Associação esteve presente, peticionando, questionando e cobrando transparência.

Seguiremos informando os associados a cada novo avanço relevante.

Associe-se à ALBG e recupere parte dos seus investimentos

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A atuação da ALBG junto ao processo

ALBG pede redistribuição de valores parados na massa falida

Julho/2025

A ALBG apresentou uma nova manifestação à 3ª Vara de Falências de São Paulo, solicitando uma medida crucial para seus associados e credores: a redistribuição (rerateio) dos valores não resgatados por credores que ainda não se habilitaram para o recebimento.

O Problema

Muitos credores ainda não enviaram os dados bancários e documentos necessários, o que faz com que uma parte significativa do dinheiro da massa falida permaneça parada em conta judicial. Isso prejudica o andamento do processo e os credores que já cumpriram todas as exigências.

A Proposta da ALBG

1. Notificação e Prazo: Que os credores não habilitados sejam novamente intimados e tenham um prazo de 60 dias para se regularizar.

2. Redistribuição dos Valores: Que, após esse prazo, o valor não resgatado seja redistribuído entre os demais credores que já receberam parte do que têm direito.

Seguimos atentos a cada movimentação e comprometidos com a defesa dos interesses dos mais de 9 mil associados que representamos.

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco pelos nossos canais oficiais:

(11) 98470-9451
(11) 4438-1143 (11) 4438-3939 (11) 4438-7819

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A ALBG luta em busca de justiça e reparação

A Associação dos Lesados pela Boi Gordo (ALBG) foi criada em 2001 para unir milhares de investidores prejudicados por um grande escândalo financeiro no Brasil. O que parecia um bom negócio no agronegócio se revelou um golpe, deixando mais de 30 mil famílias com grandes perdas.

Diante disso, a ALBG se tornou a principal força para buscar a reparação e defender os direitos dos lesados. A associação oferece apoio jurídico e uma representação forte no processo de falência, sempre com o objetivo de recuperar o máximo de valores possível.

Nossa atuação é focada em:

Luta Judicial

Atuamos de forma estratégica no processo de falência para recuperar os créditos e garantir seus direitos.

Comunicação Transparente

Mantemos os associados sempre informados sobre o andamento do caso por meio de canais oficiais e confiáveis.

Suporte Integral

Oferecemos apoio legal para que os lesados consigam superar os prejuízos e buscar a justiça que merecem.

A ALBG é mais que uma associação, é uma comunidade que prova que a união faz a força. Continuamos firmes na missão de buscar a justiça para todos os nossos associados.

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Dúvidas Frequentes

Encontre respostas para as perguntas mais comuns sobre a associação.

Não existe uma data específica para os pagamentos. Eles obedecem rigorosa ordem cronológica de cadastramento judicial.

Fique tranquilo se você ainda não recebeu, seu lote deve ser contemplado em breve!

Ainda não consta em um lote? Fale conosco!

A falência é uma ação judicial que ocorre quando uma empresa não consegue mais pagar suas dívidas e se torna insolvente.

Nesse processo, a Justiça determina que os bens da empresa sejam reunidos, avaliados e vendidos para que o dinheiro arrecadado seja usado para pagar os credores — ou seja, as pessoas e empresas que têm valores a receber.


No caso da Boi Gordo, o processo de falência foi aberto porque a empresa deixou de honrar os resgates dos investimentos. Desde então, as propriedades da empresa estão sendo vendidas, e os valores obtidos vão sendo repassados aos investidores.


É importante destacar que, em processos de falência, nem sempre os credores recebem o valor total que investiram. O pagamento é feito de forma proporcional ao valor disponível, respeitando a ordem de prioridade estabelecida pela lei.

Esse percentual representa o que foi possível distribuir com base no valor total arrecadado até aquele momento.

A falência é um processo coletivo e proporcional. O dinheiro arrecadado precisa ser dividido entre todos os credores da mesma classe.

Ainda assim, mais de R$ 480 milhões foram pagos na 1ª fase.

As anuidades são enviadas todo ano, no fim do ano. Sua colaboração é fundamental para o sucesso total porque o processo continua e a segunda fase tem mais R$ 600 milhões de reais para serem partilhados.

A ALBG atua de forma ativa e estratégica para proteger os interesses dos associados no processo de falência da Boi Gordo.

Acompanhamos de perto cada etapa da falência, fiscalizando a arrecadação e garantindo que os valores sejam distribuídos corretamente entre os credores.

Nosso trabalho envolve:

✔ Participar das decisões junto à massa falida

✔ Exigir transparência e agilidade nos pagamentos

✔ Monitorar o repasse dos valores aos credores

✔ Representar juridicamente os interesses dos associados

✔ Manter todos informados com atualizações confiáveis e claras

Para se desfazer dos seus créditos, fale com o Peres no telefone (11) 99749-1000. Mas lembre-se: As cessões são somente entre associados.